EM REDE, um festival online para seguir já este fim de semana

Vejam os três dias de EM REDE nos links abaixo!

Dia 1

Dia 2

Dia 3


EM REDE é um festival online que apresenta, ao longo de três dias, quase duas dezenas de concertos de músicos barreirenses cuja principal ocupação é, na sua esmagadora maioria, a criação artística.

É uma mostra da diversidade e riqueza do tecido cultural do Barreiro, com espaço para o jazz, para as canções, para o hip-hop, a electrónica e a experimentação, juntando nomes emergentes a outros já com um percurso consolidado e amplamente reconhecido.

A partir das suas casas, os músicos acederam ao repto da OUT.RA e do Município do Barreiro, parceiros na organização deste festival que dá um sinal à cidade e ao país que a Música não pode parar, que as Artes são, hoje como sempre, uma parte fundamental do nosso quotidiano.

EM REDE será emitido nos dias 1, 2 e 3 no canal youtube do Município do Barreiro, e acessível ao público de forma totalmente gratuita. Consultem abaixo os horários e alinhamentos diários.

Junte-se a nós, e considere apoiar os artistas de que mais gostar, adquirindo os seus discos, músicas e merchandise através dos links que colocamos para os seus canais online.

ALINHAMENTO

Dia 1 Maio

Apresentador: Ricardo Guerreiro
21h30. Tiago Sousa
22h00. Valu
22h30. Nicotine’s Orchestra
23h00. Minguito
23h30. Opus Pistorum
00h00. Van Ayres

Dia 2 Maio

Apresentadora: Joana Pimpista
21h30. Gil
22h00. Beatriz Nunes
22h30. Kyra
23h00. Nada Nada
23h30. San Fona
00h00. Berlau

Dia 3 Maio

Apresentadores: Joana Pimpista & Ricardo Guerreiro
16h30. George Silver
17h00. Catarina dos Santos
17h30. Fast Eddie Nelson
18h00. Jorge Moniz
18h30. Y Basics
19h00. My Noisy Twins

ARTISTAS


TIAGO SOUSA

Compositor e pianista mestre de uma linguagem sonora única e crescente, a sua história já possui vários capítulos e encarnações que passam por uma mão cheia de discos lançados por editoras nacionais e internacionais e muitos belos concertos, onde interpreta temas próprios e de compositores como Debussy, Arvo Part ou Federico Mompou.

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VALU

Autora de canções que evocam o choro e o dedilhar dos cantores de intervenção, Valu nasceu em 77, o ano do punk, e apresenta-nos música de poesia clara e acutilante que combina esse espírito com o de 74.

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NICOTINE’S ORCHESTRA

Um dos projectos a solo de Carlos Ramos, hoje em dia mais dedicado a compor em português e a apresentar-se como Suave. A sua orquestra de um homem só já editou sete discos e contou, ao longo dos tempos, com colaborações de músicos como Marcelo Camelo, Mallu Magalhães, Fred Ferreira, Alex Kassin entre outros. Neste concerto caseiro regressa, em versões despidas, a alguns dos seus temas favoritos.

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MINGUITO

Cidadão ilustre do “Azul”, no Alto do Seixalinho, o jovem Minguito é um pioneiro do “drill” em Portugal, tendo sido alvo da crescente atenção dos media mais especializados e atentos às novas músicas urbanas.

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OPUS PISTORUM

Tirando o seu nome de uma infâme novela de Henry Miller, este projecto do barreirense Helder Menor inspira-se na face mais instável da electrónica e no espírito DIY do punk rock. 

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VAN AYRES

Rafael “Van Ayres” é um artista Independente que mantém uma presença activa no campo cultural das artes cruzando som, artes plásticas, e performance. Fundou juntamente com Rodrigo Soromenho a Maternidade (Colectivo/Promotora de Músicos Independentes) e lançou recentemente o álbum “Final Spirit”.

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GIL

Gil é o nome de palco do Guilherme Firmino, o vocalista, escritor e compositor da banda “Humana Taranja”. Apresenta-se pela primeira vez a solo, com versões acústicas das músicas de sua banda.

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BEATRIZ NUNES

A Beatriz é uma das mais conhecidas figuras da música no Barreiro; é professora na “nossa” Escola de Jazz e, para além dos vários projectos com a comunidade do jazz do país é a actual vocalista dos Madredeus. Preparou-nos uma atuação muito especial em resposta ao desafio que lhe fizemos.

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KYRA

Artista independente que se expressa através do Hip-Hop, do Rap e do Rock. Em 4 anos apresentou nas plataformas digitais e ao vivo 3 obras: “Apollo 13, Tenebris e Lost files”.

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NADA NADA

O projecto a solo do Cláudio Fernandes, dos ilustres PISTA, que aqui dá uso aos seus sintetizadores e ao seu gosto pela dança, pelo calor e pela praia.

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SAN FONA

Trabalho quase secreto do Bruno Catarino, que é um discreto e talentoso baixista da cena musical do Barreiro nos últimos 20 anos.

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BERLAU

Nome que o Fernando Ramalho utiliza para agrupar as suas experimentações à guitarra, com muito espaço para o silêncio e para diálogos sonoros com alguns dos seus poetas favoritos, e que já mostrou em trabalhos inspirados em Maria Gabriela Llansol, Inês Lourenço ou Ana Hatherly.

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GEORGE SILVER

George Silver é o André Neves, um jovem artista barreirense que se desdobra pela performance, pela música e pela programação de concertos e é um dos rostos mais activos da Associação ADAO.

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CATARINA DOS SANTOS

A Catarina é uma talentosa artista que, após vários anos a estudar e a trabalhar pelos quatro cantos do mundo regressou ao Barreiro para dar aulas na Escola de Jazz e aprofundar a sua música, que mistura pózinhos de Portugal, de África, do Brasil ou de Nova Iorque. Traz-nos temas originais seus escritos em parceria com o percussionista andaluz Luati González.

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FAST EDDIE NELSON

Palavras para quê? É um artista português que não poderia ser mais americano – Fast Eddie Nelson, guitarrista e homem do blues e do rock n’ roll com muitos quilómetros de estrada, com presença assídua em festivais por essa europa fora.

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JORGE MONIZ

Outro dos músicos mais conhecidos do Barreiro, o Jorge é, para além de baterista, músico e professor ligado ao jazz, cada vez mais um interessante compositor para teatro, cinema e dança. 

Traz-nos uma peça que tem vindo a trabalhar nos últimos meses e que vamos ouvir pela primeira vez.

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Y BASICS

Y Basics é o José Bica, artista nascido e criado no Barreiro, com trabalho desenvolvido em desenho de som, captação de ambientes sonoros e sonoplastia para cinema, e um percurso na investigação académica ligada à música. Apresenta-nos uma peça que reflecte o seu interesse crescente pela composição clássica contemporânea.

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MY NOISY TWINS

O Jorge Machado é um compositor, produtor, percussionista e sonoplasta que compõe música para teatro, dança, vídeo-arte, performance e contos infantis, e colabora, como percussionista, com vários grupos, produtores e autores nacionais. Depois de se mudar para o Barreiro há cinco anos, foi pai de dois gémeos barulhentos que dão nome a este seu recente projecto a solo, com um álbum acabado de editar.

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UMA CO-PRODUÇÃO OUT.RA E CMB

Chuck Johnson / Berlau & A.M. Ramos

CHUCK JOHNSON

O norte-americano Chuck Johnson é um dos mais destacados guitarristas solo da sua geração, integrando o grupo restrito de herdeiros e impulsionadores do fingerpicking, na linha da escola fundada pelo mágico John Fahey, um dos mestres absolutos do séc.XX.

Depois de dois álbuns aclamados (‘Crows in the Basilica’, 2013 e ‘Blood Moon Boulder’, 2015), apresenta em tournée europeia o novo e excelente ‘Velvet Arc’, no qual se aventurou por caminhos recentemente explorados por Steve Gunn ou Chris Forsyth, seus companheiros de editora, adicionando outros músicos e instrumentos à sua expansiva palete de sons e melodias.

Neste espectáculo no Be Jazz, no entanto, veremos Chuck Johnson no contexto que melhor o define: dedos e guitarra, apenas, e um sentido de melodia, risco e encantamento igualmente fascinantes e cativantes.

BERLAU & AM RAMOS

O guitarrista barreirense Fernando Ramalho e o saxofonista António Ramos iniciaram, em 2015, uma colaboração que coloca em cena um gosto múto pela improvisação e por paisagens sonoras de sentimento à flor da pele.

Já este ano, numa das edições do open-day da ADAO, os universos de Berlau e AM Ramos encontraram-se para um concerto do qual saíram as fundações de “Red Railbus Sessions”, disco surpresa gravado numa sala cedida pela associação barreirense, e que cristaliza um diálogo belo e honesto entre dois executantes que quase sempre privilegiam a emoção como motor do fluxo que molda estas quatro faixas.

Evocando em partes iguais a espiritualidade de Don Cherry e a intimidade psicadélica de Ry Cooder, “Red Railbus Sessions” é um momento de escape feliz e sereno, que chega a ser desarmante pela honestidade que transparece ao longo de trinta minutos, e que poderemos testemunhar no palco do Be Jazz.

Reservas: info@outra.pt

Agenda OUT.RA para Setembro

Enquanto preparamos a divulgação do cartaz completo do 13º OUT.FEST (recordem os nomes já confirmados aqui), é com um sorriso rasgado que anunciamos a nossa programação regular OUT.RA Música para o mês de Setembro, repleta de nomes internacionais do mais alto gabarito e com a promessa de concertos inesquecíveis e o melhor dos aperitivos para o grande acontecimento de Outubro.

Assim, este mês vamos não uma mas duas vezes ao Velvet Be Jazz Club, primeiro, no dia 17, com o fantástico guitarrista norte-americano Chuck Johnson, um dos máximos expoentes do fingerpicking contemporâneo, acabado de lançar um fascinantes disco pela prestigiadíssima editora Three Lobed, bem secundado pelo projecto que junta o guitarrista barreirense Berlau (Fernando Ramalho) ao saxofonista A.M. Ramos.

Depois, a 24, um duplo concerto que se avizinha bombástico – com o lendário Tom Carter, guitarrista dos inigualáveis Charalambides e grande viajante psicadélico das 6 cordas eléctricas, e o regresso do prodigioso baterista Chris Corsano, desta vez em duo com Rodrigo Amado, saxofonista que é, cada vez mais, uma das figuras de proa do jazz europeu e máximo motivo de orgulho para a música nacional.

Para completar uma trilogia de sábados de eleição, a 1 de Outubro exibimos, em estreia nacional no Cine Clube do Barreiro, o filme “But the Word Dog Does not Bark”, que acompanha de perto uma das mais recentes tournées do Schlippenbach Trio, talvez uma das duas grandes formações da história do jazz europeu, e cujo concerto no OUT.FEST 2011 ainda perdurará por certo na nossa memória – e que melhor ocasião para ver este filme, que nos oferece ângulos privilegiados do labor de Alexander von Schlippenbach, Paul Lovens e Evan Parker,  do que em vésperas da actuação do trio deste último (a outra das duas grandes formações da história do jazz europeu) no OUT.FEST 2016?

Sim, prometemos um Setembro a um ritmo incrível, com alguma da melhor música do mundo – e depois, logo logo a seguir, mais um Outubro em modo OUT.FEST: imprevisível, surpreendente e fundamental.

No Barreiro, pois claro.

Até já!