CANCELADO: WILLIAM PARKER / JOHN DIKEMAN / LUÍS VICENTE / ONNO GOVAERT

CONCERTO CANCELADO
Infelizmente, e por motivos de saúde inesperados, William Parker não poderá deslocar-se à Europa para os vários concertos agendados nas próximas semanas – entre eles, a sua agora adiada estreia barreirense, acompanhado de John Dikeman, Luís Vicente e Onno Govaert.
 
Acreditamos que a sua presença no Barreiro será uma realidade no futuro próximo. Pelo cancelamento deste espectáculo, no entanto, pedimos as nossas desculpas aos muitos interessados.
 

Aplicamos muitas – talvez demasiadas – vezes o epíteto de “lenda” aos músicos que vamos tendo o privilégio de programar no Barreiro, mas que outro adjectivo utilizar no caso de William Parker?

O contrabaixista, improvisador, escritor e educador nova-iorquino, 65 anos de idade, é um dos mais brilhantes contrabaixistas do jazz livre de todos os tempos (assim o disse, ipsis verbis, uma autoridade como o jornal The Village Voice), e apresenta-se neste concerto rodeado por nomes como o saxofonista John Dikeman (com quem mantém, mais Hamid Drake, um trio explosivo), o baterista Onno Govaert e o trompetista Luís Vicente (ambos figuras de uma nova geração europeia de aventureiros).

O diálogo entre a inspiração afro americana, espiritual e orgânica, na senda do legado de Coltrane, Don Cherry ou Ayler, e a improvisação de veia europeia, a oportunidade de testemunhar este encontro de gerações e escolas, a visão que será ter William Parker a tocar num espaço quotidiano da cidade… será necessário usar – uma vez mais – a palavra “imperdível”?

CANCELADO: WILLIAM PARKER / JOHN DIKEMAN / LUÍS VICENTE / ONNO GOVAERT

CONCERTO CANCELADO
Infelizmente, e por motivos de saúde inesperados, William Parker não poderá deslocar-se à Europa para os vários concertos agendados nas próximas semanas – entre eles, a sua agora adiada estreia barreirense, acompanhado de John Dikeman, Luís Vicente e Onno Govaert.
 
Acreditamos que a sua presença no Barreiro será uma realidade no futuro próximo. Pelo cancelamento deste espectáculo, no entanto, pedimos as nossas desculpas aos muitos interessados.
 

Aplicamos muitas – talvez demasiadas – vezes o epíteto de “lenda” aos músicos que vamos tendo o privilégio de programar no Barreiro, mas que outro adjectivo utilizar no caso de William Parker?

O contrabaixista, improvisador, escritor e educador nova-iorquino, 65 anos de idade, é um dos mais brilhantes contrabaixistas do jazz livre de todos os tempos (assim o disse, ipsis verbis, uma autoridade como o jornal The Village Voice), e apresenta-se neste concerto rodeado por nomes como o saxofonista John Dikeman (com quem mantém, mais Hamid Drake, um trio explosivo), o baterista Onno Govaert e o trompetista Luís Vicente (ambos figuras de uma nova geração europeia de aventureiros).

O diálogo entre a inspiração afro americana, espiritual e orgânica, na senda do legado de Coltrane, Don Cherry ou Ayler, e a improvisação de veia europeia, a oportunidade de testemunhar este encontro de gerações e escolas, a visão que será ter William Parker a tocar num espaço quotidiano da cidade… será necessário usar – uma vez mais – a palavra “imperdível”?

HUGO ANTUNES / RODRIGO AMADO / LUÍS VICENTE / JOÃO LENCASTRE

“(…) Na estreia pública da associação de Amado, Vicente, Antunes e Lencastre o que ouvimos foi um free bop mercuriano e fulgurante, com sucessões formais de solos por parte dos dois sopradores e, ocasionalmente, do contrabaixista. E se a bateria de João Lencastre nunca ficou a sós, o certo é que teve um papel particularmente relevante, por meio de imaginativos e galvanizantes padrões rítmicos. Sempre com um foco estrito, explorando pequenas derivações dos motivos,(…) Hugo Antunes foi um soberbo exemplo de solidez e cola, mas os projectores estavam, naturalmente, virados para o que faria a inédita combinação do saxofonista tenor e do trompetista. Cada intervenção em primeiro plano de um queria suplantar a do anterior, incendiando a assistência. Depressa se verificaram as diferenças: Amado foi argumentativo e reflectido, e Vicente um solista emocional e até apaixonado, chegando a um visceral primarismo de expressão. Ou seja, complementaram-se magnificamente. (…)”

Crítica de Rui Eduardo Paes ao concerto de estreia do grupo no Teatro A Barraca (na jazz.pt)

Evento no Facebook.

Uma parceria OUT.RA / Velvet Be Jazz Club

OUT.RA Música: Junho e Julho no Barreiro

 

Olá a tod@s,

Junho assinala mais duas mensalidades OUT.RA Música: a 18, o Velvet Be Jazz Club acolhe uma das mais recentes formações regulares do jazz livre nacional, juntando o cada vez mais aclamado saxofone de Rodrigo Amado ao contrabaixo de Hugo Antunes, o trompete de Luís Vicente e a bateria de João Lencastre, e a 25 é a vez do Cine Clube do Barreiro acolher uma estreia europeia – o filme documental “REAK: Trance Music and Possession in West Java“, realizado pelo nómada Arrington de Dionyso, figura incontornável no underground norte-americano desde o início do século, quando o conhecemos como líder dos míticos Old Time Relijun e depois fomos dando conta das suas repetidas jornadas musicais pelo Extremo Oriente.

Ainda em Junho (também a 18) e com repetição em Julho (dia 2), o projecto Cidade Som: Exploradores Sonoros, desenvolvido em várias escolas do Barreiro ao longo do ano lectivo que agora termina, com o apoio da Fundação Jumbo para a Juventude, culmina com um Workshop / Passeio Sonoro na Mata da Machada, dirigido a pais e filhos curiosos pela descoberta dos Sons do quotidiano.

A 9 de Julho, e antes de assinalarmos a nossa pausa de Verão, regressamos com as Summer Night Sessions, em plena varanda do Tejo, na Avenida da Praia, com o fantástico Julinho da Concertina, músico cabo-verdeano que se prepara para lançar novo e muito aguardado álbum.

Vamos!