LUÍS BITTENCOURT – Water Music 3 (POSTPONED)

EVENT POSTPONED TO A FUTURE DATE TO BE DEFINED

Under instructions from the Barreiro Municipality and with the current contingency plans for schools' participation in public events in place, we have postponed Luís Bittencourt's "Water Music 3" show on the 17th of this month to a as of yet undefined future date.

 

Luís Bittencourt is a Brazil-born percussionist, composer and researcher currently living in Porto. He has developed work in the field of new music with a particular focus on less commonly used percussive instruments, and has investigated (in an academic context) the use of water as a sound source and musical instrument by studying the piece “Water Music” by Chinese composer Tan Dun. É esta obra, juntamente com duas outras obras homónimas dos compositores John Cage and Joseph Byrd (the latter being presented live for the first time in Portugal), which makes up the performance he will present in Barreiro. Unusual music paying tribute to an equally unusual instrument: water itself, here used as the foundation for this performance.


This show will celebrate the International Water day and seeks to promote, through artistic practice, the universal importance of our planet’s most valuable resource.

Performance no Reservatório Elevado Do Alto da Paiva

 

Comemorações dos 80 Anos da Água Pública no Barreiro

Sessões às 16h e 18h de cada dia. Cada sessão é composta pelas quatro performances em sequência.

entrada livre mediante inscrição obrigatória para info@outra.pt

with:

MELAINA BARNES & JEAN-PHILIPPE DRECOURT – Tap the Rain

LUÍS BITTENCOURT – Water Music

ALBERTO LOPES / SONOSCOPIA – Otolith Organs

CARLOS SANTOS & NUNO TORRES – Screaming Tower

O 80º Aniversário da Água Pública no Barreiro proporcionará inusitados espectáculos sonoros no Reservatório Elevado do Alto da Paiva, uma das mais icónicas e reconhecíveis estruturas na rede de abastecimento de água no Concelho.

Na sequência de uma Open Call internacional para propostas artísticas, que resultou em mais de uma centena de candidaturas, foram escolhidos quatro projectos que celebram a relação entre a Água e o Som, oriundos do Reino Unido, França, Brasil e Portugal.

Melaina Barnes é uma artista britânica, membro fundador do Breathing Space Collective, grupo que tem vindo a desenvolver nos últimos anos um vasto catálogo de trabalhos site-specific. Jean-Philippe Drecourt é um artista sonoro a residir actualmente em Portugal, tendo recentemente (e curiosamente) completado uma tese de mestrado acerca de fugas de água em redes de abastecimento. Juntos, apresentarão a peça “Tap The Rain”, que combina vocalizações com a manipulação de vários dos sons que documentam as várias estruturas da Rede de Abastecimento e Saneamento do Barreiro.

Luís Bittencourt é um percussionista, compositor e investigador de origem brasileira, actualmente a residir no Porto. Com trabalho desenvolvido no campo das novas músicas, dedica particular atenção a instrumentos percussivos pouco habituais, e investigou, em contexto académico, o uso da água enquanto fonte sonora através do estudo da obra “Water Music”, do compositor chinês Tan Dun. É precisamente esta obra que virá interpretar no Reservatório do Alto da Paiva.

Alberto Lopes é um dos artistas associados da Sonoscopia, associação cultural portuense que reúne vários dos mais destacados músicos e criadores sonoros do norte do país. Na atuação do fim de semana de 27 e 28 de Maio utilizará os “Otolith Organs”, instrumentos de criação colectiva que emitem som em ambiente aquoso, inspirados nos otólitos – estruturas moleculares localizadas no ouvido interno, responsáveis pelo equilíbrio postural.

Carlos Santos é um músico e coleccionador sonoro de Lisboa, com um extenso trabalho quer na área dos field recordings / documentação sonora, quer no campo da improvisação, no qual é dos membros mais ativos da rede de improvisadores nacionais e internacionais ligados à celebrada editora Creative Sources. Nuno Torres é um saxofonista, também de Lisboa, e também dos mais activos membros da comunidade alargada do jazz mais livre e da improvisação na capital. Apresentarão a peça “Screaming Tower”, que combina a instrumentação tradicional com a utilização, em tempo real, de vários elementos sonoros presentes quer no interior quer no exterior do Reservatório.

Performance no Reservatório Elevado Do Alto da Paiva

O 80º Aniversário da Água Pública no Barreiro proporcionará inusitados espectáculos sonoros no Reservatório Elevado do Alto da Paiva, uma das mais icónicas e reconhecíveis estruturas na rede de abastecimento de água no Concelho.

Na sequência de uma Open Call internacional para propostas artísticas, que resultou em mais de uma centena de candidaturas, foram escolhidos quatro projectos que celebram a relação entre a Água e o Som, oriundos do Reino Unido, França, Brasil e Portugal.

Melaina Barnes é uma artista britânica, membro fundador do Breathing Space Collective, grupo que tem vindo a desenvolver nos últimos anos um vasto catálogo de trabalhos site-specific. Jean-Philippe Drecourt é um artista sonoro a residir actualmente em Portugal, tendo recentemente (e curiosamente) completado uma tese de mestrado acerca de fugas de água em redes de abastecimento. Juntos, apresentarão a peça “Tap The Rain”, que combina vocalizações com a manipulação de vários dos sons que documentam as várias estruturas da Rede de Abastecimento e Saneamento do Barreiro.

Luís Bittencourt é um percussionista, compositor e investigador de origem brasileira, actualmente a residir no Porto. Com trabalho desenvolvido no campo das novas músicas, dedica particular atenção a instrumentos percussivos pouco habituais, e investigou, em contexto académico, o uso da água enquanto fonte sonora através do estudo da obra “Water Music”, do compositor chinês Tan Dun. É precisamente esta obra que virá interpretar no Reservatório do Alto da Paiva.

Alberto Lopes é um dos artistas associados da Sonoscopia, associação cultural portuense que reúne vários dos mais destacados músicos e criadores sonoros do norte do país. Na atuação do fim de semana de 27 e 28 de Maio utilizará os “Otolith Organs”, instrumentos de criação colectiva que emitem som em ambiente aquoso, inspirados nos otólitos – estruturas moleculares localizadas no ouvido interno, responsáveis pelo equilíbrio postural.

Carlos Santos é um músico e coleccionador sonoro de Lisboa, com um extenso trabalho quer na área dos field recordings / documentação sonora, quer no campo da improvisação, no qual é dos membros mais ativos da rede de improvisadores nacionais e internacionais ligados à celebrada editora Creative Sources. Nuno Torres é um saxofonista, também de Lisboa, e também dos mais activos membros da comunidade alargada do jazz mais livre e da improvisação na capital. Apresentarão a peça “Screaming Tower”, que combina a instrumentação tradicional com a utilização, em tempo real, de vários elementos sonoros presentes quer no interior quer no exterior do Reservatório.

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