OUT.FEST 2021 – Alteração ao cartaz e bilhetes diários já disponíveis

Falta menos de uma semana para o primeiro momento do OUT.FEST 2021, que infelizmente sofrerá uma alteração ao seu programa original: devido a problemas de saúde do músico IANCU DUMITRESCU, o seu concerto com o Barreiro Ensemble não se realizará, como previsto, no dia 3 de Junho. Contamos poder apresentar este espectáculo em Outubro, nas datas já anunciadas para o segundo momento da 17ª edição do festival (de 5 a 9).

No entanto, e para regozijo nosso e vosso, apresentaremos nesse mesmo dia 3, no Auditório Municipal Augusto Cabrita pelas 20h45 o RAFAEL TORAL SPACE QUARTET, formação que acaba de lançar o já amplamente celebrado álbum ‘Directions’ – este é um momento simbólico na história do festival, uma vez que assinala o retorno do músico ao palco onde, em 2006, tocou pela primeira vez no OUT.FEST, na altura apresentando, como novidade quase absoluta, o seu Space Trio.

Entretanto, estão a partir de hoje disponíveis via outra.bol.pt bilhetes diários para o primeiro momento do OUT.FEST 2021, ao preço de 10€ (acesso aos concertos da tarde e noite). Os passes de acesso global continuam à venda, mas restam apenas cerca de 30. Apressem-se!

“Fragmento” de José Bica – uma Instalação Sonora nas varandas da EMEF

Continuamos a retoma de actividades com uma instalação sonora que põe em cena o arquivo Cidade Som, pela mão de um dos seus principais contribuidores, o músico e sonoplasta barreirense José Bica.

Fragmento” é uma instalação sonora multicanal ao ar livre, patente no próximo sábado, dia 22, entre as 11h e as 19h na icónica varanda do edifício da EMEF, ali no início da Rua Miguel Pais – um local carregado de simbolismo no que à herança ferroviária da cidade diz respeito, mas também um espaço de confluência com o património ribeirinho.

A entrada é gratuita, mediante a lotação do espaço a cada momento.

“Fragmento” insere-se na iniciativa intermunicipal Mural 18.

OUT.FEST: programa de Junho anunciado, passes à venda

O OUT.FEST regressa, após um ano de hiato forçado, para uma 17ª edição que se desdobra em dois momentos.

Entre 3 e 5 de Junho, o epicentro da acção desloca-se para a zona alta da cidade, com concertos concentrados no Auditório ao Ar Livre do Parque Paz e Amizade (todos os dias, às 18h) e no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no contíguo Parque da Cidade (diariamente a partir das 20h45).

É, como sempre, um ano de desafios – desta vez de desafios inesperados e dificilmente previstos no fim da gloriosa edição de 2019 – mas, também como sempre, um ano que responde às circunstâncias do momento para proporcionar novos acessos ao Barreiro (des)conhecido e fomentar toda a proximidade possível em tempos que são ainda de distanciamentos físicos – mas que melhor forma de promover a proximidade que através da partilha de experiências sonoras?

Para esta primeira toma apresentam-se oito espectáculos, três dos quais associados ao projecto UNEARTHING THE MUSIC (www.unearthingthemusic.eu), que desde 2018 tem vindo a descobrir, analisar e compilar a música feita nas margens dos regimes ditatoriais europeus da segunda metade do séc.XX (nos quais, obviamente, se inclui Portugal, mas também a Espanha, Grécia e todo o leste europeu); é introduzido um novo projecto europeu, o REMAIIN (www.remaiin.eu), que promove a música experimental europeia com raízes noutras culturas do mundo, e que traz ao Barreiro um concerto e uma palestra associada; e por fim programam-se quatro bandas / músicos nacionais virados para o futuro, como é nosso apanágio.

Sentem-se (nos lugares assinalados), ponham a máscara, e abram os ouvidos. O OUT.FEST está de volta!

Saibam tudo aqui: www.outfest.pt

OUT.FEST 2021

É com todo o entusiasmo guardado há mais de 12 meses que anunciamos, finalmente, a 17ª edição do OUT.FEST, que este ano se realizará em dois momentos – no início de Junho e no nosso tradicional início de Outubro.

Será um OUT.FEST adaptado aos tempos que vivemos, mas será um OUT.FEST em “carne e osso”,  real, em espaços conhecidos e menos conhecidos, a merecer como sempre uma vivência íntima do Barreiro e de toda a proximidade possível dentro das regras deste mundo em 2021.

Guardem as datas: 3-5 Junho e 5-9 Outubro!

Muito em breve voltamos com o anúncio do programa completo do primeiro momento –  já falta pouco!

(Mais um) regresso aos palcos

Agora que parece tornar-se possível o regresso – mesmo que tímido – aos espaços da cultura, não perdemos tempo e anunciamos as próximas duas programações: ambas fechando simbolicamente o ano de 2020 com as últimas apresentações públicas dos Bolseiros OUT.RA no ano que passou.

No dia 24, pelas 11h, terceiro e último momento público das ZIMA (Sara Zita Correia e Marta Ramos) no Convento da Madre de Deus da Verderena, ocasião para reencontrarmos explorações livres em formato “sonho”. Nas palavras das próprias “Trocando a véspera de solstício, pela véspera de liberdade, abrimos os portões de um novo lugar, para a partilha de mais uma experiência de vida. Interessa-nos, desta vez, perseguir um momento que reforce a simplicidade da existência e exponha a inevitável crueza do encontro das vozes em bruto com as paredes. ZIMA apresenta o seu sonho, no último momento público do projeto de Marta e Sara, no contexto da Bolsa de Criação da OUT.RA”.

No dia 13 de Maio, pelas 21h, no AMAC, é a vez de ficarmos a conhecer o trabalho desenvolvido pela cineasta CAMILA VALE – “Solo Infértil” é o filme que realizou ao longo de 2020, com o envolvimento de vários protagonistas locais no mundo do som e imagem. “Quando algo estranho se passa no solo, a curiosidade de Laura e Miguel floresce. O fascínio dos irmãos pelas inexplicáveis cores da terra, e pelos segredos que o passado esconde, leva-os a criar no espaço onde habitam uma harmonia para a sua dissonante realidade. Entre a inquietude e a descoberta, repara-se que o mundo aos olhos destas crianças, mesmo à beira do fim, pode ser um lugar para imaginar.”

A entrada para ambos os eventos é gratuita, sendo no entanto necessária uma reserva prévia para o mail info@outra.pt

Escusado será dizer que se mantém obrigatório o uso de máscara e a higienização regular de mãos – exigência pouca para a falta que nos faz todos estes momentos!

BOLSAS DE CRIAÇÃO OUT.RA 2021

Analisadas as candidaturas à Bolsa de Criação OUT.RA para 2021, este ano superlativas em quantidade e qualidade, a OUT.RA decidiu seleccionar dois projectos de criação e apresentação.

André Neves [aka George Silver], músico barreirense com um percurso artístico em crescente ascensão, trabalhará um novo álbum (o seu segundo longa-duração) que contará com uma selecção diversa de convidados.

 

Vera Marques [aka Puçanga], artista multidisciplinar residente no Seixal (recorde-se que o âmbito geográfico da Bolsa foi alargado a alguns dos concelhos limítrofes ao Barreiro), desenvolverá um projecto de investigação e criação “vocalgráfica” através da realização de diversos círculos de vozes, que culminará também no lançamento de um registo discográfico.

A Bolsa de Criação Local é atribuída anualmente, desde 2016, a músicos e artistas de audiovisual residentes no Barreiro e áreas urbanas limítrofes, para a criação e apresentação de trabalhos originais. Para este ano, cada projecto contemplado receberá um apoio à concretização no valor de 1000€, com o compromisso da realização de pelo menos uma apresentação pública do trabalho desenvolvido.

Ao longo dos próximos meses a OUT.RA revelará mais detalhes sobre os projectos seleccionados e a sua evolução.

“INDÚSTRIA” – novo disco dos AMM integralmente gravado ao vivo no OUT.FEST

Enquanto aguardamos o regresso, nas condições possíveis, dos espectáculos ao vivo, temos desenvolvido muito trabalho de bastidores. E uma das novidades que temos andado ansiosos por partilhar é o novo lançamento dos AMM, a lendária instituição britânica da improvisação livre, cujo concerto em 2015 no Museu Industrial da Baía do Tejo, no âmbito da edição desse ano do OUT.FEST, vê agora a luz do dia através da editora Matchless, ela mesma um selo fundamental na compreensão histórica da música improvisada no planeta.

“INDÚSTRIA”, nome decidido pelo percussionista Edwin Prevost em homenagem à história do local do concerto, está já à venda através do site da Matchless. A edição é enriquecida por fotografias da Vera Marmelo e por vários textos, um deles escrito pelo co-director do OUT.FEST Rui Pedro Dâmaso.

Aproveitem para agarrar um pedaço da história dos AMM, da música improvisada e, claro, do Barreiro.

Kontraklang – A Música Cosmica de Teiji Ito

Data de lançamento: 03/15/2021

A série de concertos Kontraklang – o parceiro alemão do projecto REMAIIN, do qual a OUT.RA faz parte – foca-se na música para filmes do compositor Teiji Ito na sua primeira actividade promovida no contexto deste projecto. O filme da palestra/performance intitulada “The Cosmic Music of Teiji Ito”, criada por Michiko Ogawa e Manuel Pessoa de Lima, será publicado online no dia 15 de Março.

Os inovadores filmes experimentais de Maya Deren e Marie Menken gozam de um merecido estatuto de culto entre os conhecedores de cinema. Ainda assim a música desses filmes é essencialmente desconhecida pelo público em geral, apesar de ser um componente essencial dos mesmos. Originalmente concebida como um concerto no qual as obras de Teiji Ito seriam apresentadas pela primeira vez ao vivo em Berlim em conjunto com os filmes respectivos, esta palestra/performance será agora apresentada pelos seus autores, Michiko Ogawa e Manuel Pessoa de Lima, na forma de um filme disponibilizado online gratuitamente. Nele, os dois artistas interlaçam vários aspectos do trabalho de Ito, Deren e Menken com notas biográficas e detalhes de fundo sobre a criação destes filmes e da sua música, bem como a sua influência na arte experimental do meio do século XX para criar uma colagem associativa.

Os principais pontos de referência desta obra são quatro filmes e as suas bandas-sonoras (da autoria de Teiji Ito): “Meshes of the Afternoon” e “The Very Eye of Night” de Maya Deren, bem como “Dwightiana” e “Bagatelle for WIllard Maas” de Marie Menken. A música destes filmes foi originalmente concebida por Ito na forma de “pautas auditivas”: o compositor gravou todos os instrumentos por si só em fita, tendo depois sobreposto as gravações para criar a peça final, em vez de criar uma partitura e gravar um conjunto a tocar a mesma. Ito reuniu influencias musicais de vários géneros, práticas e estilos, incluindo o gagaku japonês, a guitarra do flamenco, a música folk dos Andes e a música clássica ocidental. Estas bandas-sonoras foram transcritas de ouvido como parte da investigação de Michiko Ogawa, tornando-as pela primeira vez acessíveis a uma exploração artística mais profunda.

O filme “The Cosmic Music of Teiji Ito” deverá ser lançado pelo site da Kontraklang e nas suas redes sociais no dia 15 de Março de 2021, sendo depois disponibilizada online gratuitamente.

Esta apresentação artística faz parte do projecto REMAIIN, uma iniciativa de dois anos que junta quatro festivais Europeus (no qual o OUT.FEST se inclui) com um interesse na investigação das influencias culturais da música de origem não-Europeia na música experimental, avant-garde e inovadora do passado e do presente. Este projecto é co-financiado pelo programa “Europa Criativa” da União Europeia.

Estará brevemente disponível mais informação em www.kontraklang.de, www.remaiin.eu e nas redes sociais do projecto.

Entrevista a Erwan Keravec

Erwan Keravec é um músico francês (Bretanha), cujo instrumento de eleição é a gaita-de-foles. Com ela, atravessa a tradição e abraça a modernidade e a improvisação, interpretando com regularidade os cancioneiros históricos do instrumento, peças escritas para si por diversos compositores contemporâneos, peças suas para teatro e dança ou improvisando com nomes fortes do jazz europeu. Actuou na Igreja da Nossa Senhora do Rosário no Barreiro em Julho de 2019, e depois do seu soundcheck aproveitamos para lhe fazer uma entrevista que agora partilhamos convosco.

Olá Erwan, podes falar-nos um pouco sobre o teu background enquanto músico e como escolheste a gaita de foles como o “teu” instrumento?

Eu cresci com a música tradicional. Os meus pais dançavam ao estilo tradicional da Bretanha, com música tradicional da Bretanha, e quando eu era uma criança os primeiros instrumentos que ouvi foram a gaita de foles e o bombarde, um tipo de oboé. Aprendi a tocar a gaita de foles no seu contexto tradicional, para marchas e danças. Um dia toquei com uma orquestra em Bern com gaitas de foles, tarolas e bombarde, e encontramo-nos com uma big band de jazz. Foi aí que improvisei com a gaita de foles pela primeira vez, e a partir dai decidi focar-me na música improvisada, apesar de o meu background ser mesmo a música tradicional.

Já experimentaste outros instrumentos da família da gaita de foles, de outras tradições musicais? Como os compararias à “tua” versão?

Há dois anos toquei num trio com duas outras gaitas de foles – uma da Algéria, outra do Irão, e a minha. Ao inicio a minha ideia era que iriamos os três tocar solos, e quando estávamos a ensaiar claro que experimentamos as gaitas de foles dos outros, e não foi muito fácil… (risos). A forma de tocar é diferente, embora o sistema de respiração e sopro seja o mesmo, claro, mas o jogo de dedos é totalmente diferente, por isso não é muito fácil tocar outros tipos de gaita de foles…foco-me na da Bretanha exclusivamente.

Tens estado em tour com o teu trio “Revolutionary Birds” (com o Wassim Halal e o Mounir Troudi). Como surgiu esta colaboração?

Os Revolutionary Birds nasceram de um desafio feito por dois festivais, o Irtijal em Beirute e o La Voix est Libre em Paris, e a ideia que os responsáveis desses festivais tiveram foi misturar música do Irão, do Líbano, da Tunísia de da Bretanha. Apesar de não ter começado como uma ideia nossa, após esses festivais nós os três decidimos pegar no projecto e ir em tour com ele. Para mim isto é diferente do que costumo fazer – quando toco a solo, duo ou trio, etc, as coisas partem sempre de ideias minhas, mas esta foi a primeira vez que toquei em algo que partisse de ideias de outros. Ao inicio fiquei um bocado a pensar: “Ok, que tipo de banda é esta?” Trabalhamos muito com a percussão logo desde o início do processo de composição, por isso a estrutura da nossa música é toda baseada na gaita de foles e na percussão, com as vozes a vir depois. Mas não é o que eu costumo fazer – normalmente pego numa ideia e desenvolvo-a do início ao fim, por isso isto é novo para mim.

Como tem sido recebidas as actuações do trio? Os públicos têm gostado?

Sim, em todos os tipos de contextos, até em festivais de rock. Não tocamos rock, mas também não é world music…não toco musica da Bretanha, só a gaita de foles da Bretanha, e o vocalista, o Mounir, também não canta música Tunisina – ele faz um pouco de Mawwal, que é musica improvisada da Tunísia, mas não são músicas inteiras, é um improviso que faz parte da música. Mas pronto, em festivais de música tradicional e de world music a recepção é boa, e em festivais de música nova também, por isso…é estranho. (risos)

Hoje vais trazer-nos o teu projecto “Urban Pipes” – podes explicar-nos o conceito que está por trás desse projecto?

No início este projecto era apenas de estúdio, e na altura não queria tocar esta música em concerto, queria apenas gravar. Tocar a gaita de foles a solo é a forma tradicional de usar o instrumento, e o que me fez lançar este projecto foi querer fazer música nova para a gaita de foles. Por isso peguei na forma tradicional deste instrumento, e depois anos depois, quando comecei a dar concertos, decidi tocar apenas uma peça e mexer-me muito durante a performance, mudar muito… Após lançar o meu segundo disco eu próprio já tinha mudado muito e composto mais e…o “Urban Pipes” é a minha concepção do que é a música de gaita de foles, o que eu consigo fazer com o instrumento.

Quando iniciei o projecto, queria fazer música sem qualquer referência à música tradicional. É possível a gaita de foles ser o seu próprio instrumento, e não só um instrumento exclusivamente usado em música tradicional? Como seria música nova para este instrumento? Era isso que eu buscava, mas não foi fácil porque foi justamente nessa tradição que eu cresci, por isso a minha forma de imaginar a música é naturalmente influenciada pela música tradicional. Mas agora é diferente, porque já trabalhei muito em música nova, em música contemporânea, o que me permite concepcionar a música de forma diferente, mas em 2007 não era esse o caso… a música tradicional da Bretanha é a música do campo, não da cidade, e quando comecei a explorar esta música nova queria ver o que seria a música urbana para a gaita de foles.

Já actuaste em igrejas?

Sim.

E gostaste da experiência?

Sim, claro!

Então porque?

Porque o som é muito alto, há muita reverberação. O som pode estar em qualquer lado, é possível tê-lo a vir da frente, de trás, as igrejas são óptimas para isso. Eu não gosto muito de tocar na rua porque não há paredes, o som não é reflectido, e numa igreja ele reflecte em todo o lado, por isso…adoro tocar em igrejas.

O que achaste desta igreja [Igreja da Nossa Senhora do Rosário] e do som dela?

Vai estar alto (risos)…vai estar alto. Mas isso é bom! (risos)

Abertas candidaturas para a Bolsa de Criação OUT.RA 2021

Foto por: Vera Marmelo

A OUT.RA – Associação Cultural aceita, a partir deste momento, candidaturas de jovens artistas locais para o desenvolvimento de trabalho artístico relacionado com Música / Som / Artes Sonoras / Multimedia durante o ano de 2021. Desta vez, decidimos fazer o alargamento geográfico dos critérios de selecção: assim, artistas residentes nos Concelhos vizinhos da Moita e Seixal passam a poder também candidatar-se a este apoio, no valor de 1000€.

A Bolsa de Criação OUT.RA já apoiou, desde 2015, artistas como Tiago Sousa, Van Ayres ou Camila Vale. 

Consultem abaixo todas as informações para a candidatura, que tem como data-limite o dia 31 de Janeiro de 2021. Esperamos pelos vossos projectos!

 

OPEN CALL

BOLSA DE CRIAÇÃO LOCAL OUT.RA 2021

Os critérios de selecção a ter em conta são:

  • Residência no Concelho do Barreiro, Moita ou Seixal
  • Idade entre os 18 e os 35 anos;
  • Formação (superior ou técnica) em áreas artísticas, em particular em Música / Artes Sonoras / Multimédia / Etnomusicologia, etc ou, em alternativa, trabalho relevante desenvolvido em Música / Som que revele a procura de novas soluções e permita antever uma personalidade artística própria;
  • Conhecimento do trabalho desenvolvido pela Associação (OUT.FEST, programação regular, documentação sonora, etc) e adequação das propostas a este trabalho;
  • Qualidade conceptual do projecto criativo, grau de maturidade apresentado para o seu desenvolvimento, razoabilidade dos meios necessários aos espectáculos para sua apresentação.

O trabalho a desenvolver pelo(a) bolseiro(a) deve decorrer entre Março e Dezembro de 2021, e contemplar pelo menos um momento de apresentação pública.

A bolsa a atribuir tem o valor de 1000€.

As candidaturas devem ser enviadas para o mail info@outra.pt até ao dia 31 de Janeiro, e conter as seguintes informações:

  • Nome, CV e biografia artística
  • Descrição e calendarização da proposta
  • Material necessário para o seu desenvolvimento

Domingo: ZIMA e Tiago Sousa apresentam ‘Grão de Luz’

O nosso 2020 acaba já no próximo domingo, com a apresentação, às 11h, n’Os Franceses, do segundo momento do trabalho desenvolvido por Sara Zita Correia e Marta Ramos (ZIMA) no âmbito de uma das Bolsas de Criação OUT.RA. “Grão de Luz” é o título deste espectáculo, que conta com a participação especial do nosso eminente Tiago Sousa, convidado pelas ZIMA para explorar sons e métodos de trabalho.

Sei Miguel Quarteto – “Swing Ratio” na Biblioteca Municipal

De regresso aos concertos, desta feita no renovado Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro, para acolher um dos mestres da música sem géneros, o trompetista e compositor Sei Miguel, apresentando em quarteto a sua mais recente estreia, a peça “Swing Ratio”.

O espectáculo acontece na sexta-feira 11 de Dezembro, pelas 21h, e a lotação está limitada a 40 pessoas, em cumprimento de todas as normas sanitárias em vigor. Os bilhetes podem ser já comprados aqui e presencialmente nas lojas Worten, Fnac ou CTT.